“Tudo começa na observação. A natureza, o cinema, os gestos cotidianos e as formas inesperadas despertam ideias que procuro traduzir em objetos. A fotografia, a música, o design gráfico e a arte também alimentam esse olhar, pela maneira como trabalham a composição, a luz e a construção de atmosferas.

“Tudo começa na observação. A natureza, o cinema, os gestos cotidianos e as formas inesperadas despertam ideias que procuro traduzir em objetos. A fotografia, a música, o design gráfico e a arte também alimentam esse olhar, pela maneira como trabalham a composição, a luz e a construção de atmosferas.

O cinema é demais... Me fascina a capacidade de uma imagem em despertar medo, alegria, alívio ou tristeza. Procuro olhar para cada produto como um ator em cena: como ele se apresenta, como ocupa o espaço e o que comunica, mesmo em silêncio. Que mensagem ele me conta?

O cinema é demais... Me fascina a capacidade de uma imagem em despertar medo, alegria, alívio ou tristeza. Procuro olhar para cada produto como um ator em cena: como ele se apresenta, como ocupa o espaço e o que comunica, mesmo em silêncio. Que mensagem ele me conta?

O cinema é demais... Me fascina a capacidade de uma imagem em despertar medo, alegria, alívio ou tristeza. Procuro olhar para cada produto como um ator em cena: como ele se apresenta, como ocupa o espaço e o que comunica, mesmo em silêncio. Que mensagem ele me conta?

Minha paixão pela criação vem do inesperado. Muitas vezes, o ponto de partida ou a resposta do que procuramos está diante de nós, em algo que passa despercebido, basta querer vê-lo. Quando consigo fisgar essa sensação, procuro registrá-la. Começo à mão, com caneta, lápis, aquarela, marcador e qualquer pedaço de papel ao alcance - ou mesmo no bloco de notas do celular. É uma etapa livre e intensa, em que exploro as primeiras relações entre forma, proporção e função. O traço solto leva o cérebro a lugares novos. Não gosto de impor limites às formas, prefiro deixar elas se comunicarem.

Minha paixão pela criação vem do inesperado. Muitas vezes, o ponto de partida ou a resposta do que procuramos está diante de nós, em algo que passa despercebido, basta querer vê-lo. Quando consigo fisgar essa sensação, procuro registrá-la. Começo à mão, com caneta, lápis, aquarela, marcador e qualquer pedaço de papel ao alcance - ou mesmo no bloco de notas do celular. É uma etapa livre e intensa, em que exploro as primeiras relações entre forma, proporção e função. O traço solto leva o cérebro a lugares novos. Não gosto de impor limites às formas, prefiro deixar elas se comunicarem.

Me formei em Design Industrial pela FAAP e sou pós-graduado em Gestão de Negócios pela USP. Desenvolvo peças autorais e assino produtos em parceria com marcas, designers e arquitetos. Na Jacobsen Arquitetura, sou responsável pela estruturação e criação do design de produto e trabalho para construir a linguagem dessa nova frente do escritório.”

— Gustavo Azzar para agência Greenhouse. 



Me formei em Design Industrial pela FAAP e sou pós-graduado em Gestão de Negócios pela USP. Desenvolvo peças autorais e assino produtos em parceria com marcas, designers e arquitetos. Na Jacobsen Arquitetura, sou responsável pela estruturação e criação do design de produto e trabalho para construir a linguagem dessa nova frente do escritório.”

— Gustavo Azzar para agência Greenhouse. 



Uma curva, uma não curva. Um vazio ou um cheio. A luz e a sombra. O projeto nasce das sensações que essas relações despertam, e meu trabalho é traduzi-las em algo físico, com presença, vida e alma. Amo a ideia de colocar um produto no mundo com um conceito idealizado que vai ser completamente modificado e agregado pelo lar em que ele for habitar. Acho isso lindo.

Uma curva, uma não curva. Um vazio ou um cheio. A luz e a sombra. O projeto nasce das sensações que essas relações despertam, e meu trabalho é traduzi-las em algo físico, com presença, vida e alma. Amo a ideia de colocar um produto no mundo com um conceito idealizado que vai ser completamente modificado e agregado pelo lar em que ele for habitar. Acho isso lindo.

Busco o encontro entre sensibilidade e rigor técnico. Dar expressão física a uma sensação, considerando o conforto, a função e a presença do objeto no espaço, é o que orienta meu trabalho. Volumes, dimensões, encaixes e soluções construtivas aproximam o desenho das condições reais de uso e fabricação. O diálogo com a indústria e a avaliação dos protótipos fortalecem o produto, trazendo ajustes e soluções que preservam a intenção inicial. Gosto da simplicidade e da sua complexidade sutil.

Busco o encontro entre sensibilidade e rigor técnico. Dar expressão física a uma sensação, considerando o conforto, a função e a presença do objeto no espaço, é o que orienta meu trabalho. Volumes, dimensões, encaixes e soluções construtivas aproximam o desenho das condições reais de uso e fabricação. O diálogo com a indústria e a avaliação dos protótipos fortalecem o produto, trazendo ajustes e soluções que preservam a intenção inicial. Gosto da simplicidade e da sua complexidade sutil.

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